Publicado por: arthgar | março 4, 2010

Evidência anti-darwinista

Sabem porque esta imagem exemplifica uma grande lacuna na teoria da evolução? Por causa da variabilidade esperada.

Os rabos de elefante servem para espantar mosca, uma função não vital, mas bem conveniente. A natureza está cheia de conveniências que não tem relação com a sobrevivência da espécie, basta olhar para os detalhes de design que só servem para proporcionar conforto. O interessante é que muitas características deste tipo não tem paralelo.

Ao colocar isto no sistema hipotético darwinista surge a questão:

Se , diante de pressão seletiva a característica necessária surge porque sem pressão seletiva uma população inteira tem a mesma característica? O exemplo da girafa:

As girafas com pescoço menor (menos vértebras) não alcançavam as árvores por isso morreram e as que iam nascendo com o pescoço maior (vértebras a mais) sobreviveram e determinaram os genes da seguinte população.

As girafas também tem o rabo-espanta-mosca, Se os pescoços variaram porque os rabos são todos iguais?

O problema maior é que isto se aplica a especiações que envolvem macroevoluções fantásticas como o surgimento de uma asa ou uma pata ou uma nadadeira, mas a permanência sem paralelos de várias características convenientes não vitais.

O que nos leva ao lamarckismo, ups, esquecí o lamrckismo já foi refutado…

Publicado por: arthgar | março 4, 2010

O quadro atual do darwinismo

Desde que Darwin fez suas predições muita coisa mudou, só que mudou ao contrário do que ele previa.

  • Os vários fósseis intermediários não foram encontrados;
  • A genética não solucionou o problema das mudanças;
  • O gradualismo têm dado lugar ao equilibrio pontuado(teoria evolucionista que parece criacionista);
  • Não se conseguiu reproduzir o mecanismo darwinista, somente fizeram o que se chama de microevolução;
  • A psicologia evolutiva é um fiasco;
  • Desde Huxley tudo ainda segue sendo suposição, e mais nada;
  • A teoria da evolução permanece infalseável;
  • A ausência de características paralelas em diferentes populações da mesma espécie permanecem um inexplicáveis;

E  ainda outros problemas que não podiam ser previsto por Darwin foram encontrados:

  • A complexidade específica se aplica até ao mais ‘simples’ e microscópico componente da vida;
  • Foram encontrados fósseis de organismos que atravessam várias camadas geológicas;
  • Cianobactérias de mais de 3,5 bilhões de anos igualzinha à de hoje;
  • Fósseis de dinossauros de ‘supostos’ 80 milhões de anos com restos de Carne;

E a teoria da evolução segue dando as cartas no meio acadêmico.  irrefutável…

Publicado por: arthgar | fevereiro 26, 2010

O fim da Era dos Dinossauros!

A famosa lenda/especulação que nos é passado güela abaixo na escola conta que os dinossauros surgiram há 230 milhões de anos e morreram há 65,5 milhõõões de anos. Acredito porém, que esta teoria é demasiadamente infundada. Os fósseis extraídos não apresentam uma relação direta com a suposta época de extinção, pois são encontrados fósseis de dinossauros em camadas superiores a camada relativa ao período da queda (talvez sem alteração visível na taxa de mortalidade por conta de asteróides) separados por 300 Mil anos.

Sendo assim agora os dinossauros não morreram há 65,5 milhões, mas há 55,5 milhões. E a separação de 300 mil anos se tornaram 10 milhões e 300mil anos(!!!!)

Embora esta constatação não tenha acabado com a teoria (afinal especula-se muito a respeito de conseqüências mirabolantes da queda do asteróide), evidencia que é hora de pesquisar em caminhos alternativos.

Mas,

Hoje é sabido que há 55milhões de anos, houve um grande desprendimento de hidróxido(ato) de metano no fundo do mar, o metano é 20 vezes mais reativo que o CO2, ao subir para a atmosfera ele teria deve ter causado um grande efeito estufa, muito próximo da nova época da extinção dos dinossauros: 55,5 milhões de anos http://alogicadosabino.wordpress.com/2009/05/13/uma-nova-certidao-de-obito-para-os-dinossauros/

É só uma teoria mais é melhor que a do asteróide. E explica melhor porque nem todos morreram afinal os seres capazes de controlar a temperatura sobreviveram. Os evolucionistas acreditam que os mamíferos sobreviveram devido ao seu comportamento furtivo (Eles se ‘esconderam do asteróide’), o que é puramente especulativo e sem nenhum fundamento. Ai, essa imaginação vai longe…

Publicado por: arthgar | fevereiro 16, 2010

Biomimética

Biomimética é o nome de um novo ramo multidisciplinar da ciência dedicado à compreender e reproduzir os mecanismos refinados que solucionam problemas na natureza a fim de resolver os complexos problemas de engenharia que a humanidade pode utilizar para superar limitações.

A imagem abaixo é de um lagarto da ilha de bornéu, devido a uma refinada estrutura ele NÃO PRECISA BEBER ÁGUA, pois é, ele tem aparelhos coletores de orvalho que hidratam o seu corpo. Este exemplo serviu de base para a construção de um eficiente sistema de irrigação que não gasta água encanada ou reservada para o qual a biomimética foi indispensável.

Biomimética significa imitção a vida. Será mesmo que a natureza pode oferecer soluções para o Homem por causa da experiência ensaio e erro inconsciente?

Ou será que sempre existiu ou sempre houve providência, nas populações, de arsenais de mecanismos convenientes para solucionar problemas que os organismos podem ter criptografados no DNA?

PS: Outra ciência já estabelecida é a Biônica que se utiliza do mesmo princípio da biomimética.

Publicado por: arthgar | fevereiro 10, 2010

Sobre criação e ciências naturais

Até agora desenvolví artigos que falam sobre a evolução e algumas das suas influencias.

Existem alguns fatos para os quais o neodarwinismo não é aparentemente verdadeiro, entre eles:

  • A natureza apresenta complexidade específica em diversidade; Podemos ver exemplos  tremenda complexidade e tremenda especificidade a tal ponto precisos que a natureza nos fornece soluções para engenharia, para a mecânica para a elétrica para a agricultura, etc… As áreas científicas que buscam solução na natureza são a biônica e a biomimética;
  • Animais apresentam informações visuais que não parecem criadas pela da seleção natural. Entre as informações temos representações gráficas (cobra, borboleta), mimetismo específico(bicho-pau), e harmonia visual impecável (pavão). Estes não são os únicos exemplares de cada situação, existem inúmeros.
  • A dificuldade humana em reproduzir macroevolução através da seleção artificial X radiação(mutação).

Isto não é tudo…

Publicado por: arthgar | janeiro 26, 2010

Seres humanos são “apenas” animais?

Uma curiosa diferença entre Homens e animais é o pensamento.

Embora animais pensem, eles aparentemente se dedicam à experiência, enquanto o Homem transcende isso.

O Homem se interessa por coisas que não estão relacionadas com a vida prática ou com simular a situações e praticar os instintos.

Trocamos experiências com outros de nossa espécie, por isso podemos definir o como somos, mas não podemos interrogar uma barata para saber como ela se vê.

Se você fizer malabarismo para o seu cachorro verá que ele reage bem diferente de um espectador humano, o malabarismo apenas será interessante para o cachorro se o malabarismo for com pedaços de carne, ou se ele puder avançar sobre os elementos do malabarismo.

Enquanto isso constatamos que os Homens se agradam de empenhar seu raciocínio em tudo aquilo que o animal empenha e algo mais, ao colocar peças quadradas em buracos quadrados e redondas em buracos redondos.

O Homem se agrada de fazer palavras cruzadas. De ir ao museu e pensar sobre o passado e o futuro, que nada tem a ver com a sua vida. De apreciar as cores da natureza (as cores têm para os animais, funções práticas, apenas).

Estas são apenas uma pequena parte da diferença entre Homens e animais.

Estas diferenças citadas são mais do que apenas sinal de inteligência. São sinal de uma formatação única do pensamento, uma formatação em semelhança à natureza do pensamento de Deus. Nós não somos Deus, mas arregamos em nós o símbolo Dele no Universo.

Publicado por: arthgar | janeiro 18, 2010

Jornal da Vila- Criação bíblica

O caráter da Criação

Nos capítulos 1 e 2 do livro de Gênesis, primeiramente observamos a iniciativa livre de Deus de criar (a partir do nada), de modelar e de preencher a natureza. Enquanto a criação no capítulo 1 se encerra com o surgimento do Homem, no capítulo 2 encontramos a descrição de um evento (A queda). A história da queda justifica a condição insatisfatória da vida humana afastada (pelo pecado) da aliança com Deus.

Devido à discrepância das opiniões, não existe uma definição conclusiva do caráter do texto bíblico sobre a criação e a queda. Algumas posições como a crença no naturalismo (posição filosófica segundo a qual os fenômenos naturais justificam toda a realidade), por exemplo, por razões óbvias não são coerentes com algumas interpretações que admitem qualquer ação sobrenatural, portanto uma interpretação naturalista não pode relacionar o Gênesis à doutrina cristã.

No ateísmo moderno (uma das posições extremistas influenciada pelo naturalismo), o caráter da narrativa, quando não é entendida como uma fraca imitação dos mitos dos povos contemporâneos dos antigos hebreus, é uma simples literatura folclórica. Ao passo que na Criação Terra jovem literalista, todos os constituintes literários e informativos da Criação de Gênesis são denotativos (descrição histórica realista e suficiente). Estes são freqüentemente chamados de fundamentalistas.

Entre os moderados encontramos os evolucionistas teístas, os quais aceitam a proposta evolutiva do surgimento da diversidade viva, mas acreditam que Deus foi necessário para este sucesso. Estes entendem a criação e queda como um mito de aplicação moral sem ligação com a realidade eventual do passado.

O criacionismo progressista também é considerado uma posição filosófica moderada. Mesmo sem abrir mão da Criação como doutrina, a criação progressista procura lidar com os fatos aceitos pela comunidade científica (como os fósseis e a antigüidade da Terra). Na criação progressista o texto de Gênesis é eventual, mas determinados aspectos, tais como a cronologia genealógica, os elementos poéticos e as figuras de linguagem, devem ser considerados muito vagos para sustentar qualquer doutrina a respeito de quando e como as coisas aconteceram. Contudo, há suficiência razoável para crer na veracidade básica da informação bíblica, sendo cabível concordar ou não com a posição científica sobre os eventos da história natural sem abrir mão da crença racional no evento da criação.

Arthur Vergara, 18/01/2010

Publicado por: arthgar | janeiro 11, 2010

Tabuinhas de Eblá

Publicado por: arthgar | janeiro 11, 2010

Sobre meninos e macacos…

Últimos darwinistas é uma menção ao fim do darwinismo na adoção científica. A teoria geral da evolução para o condicionamento da vida  vai botar o darwinismo de lado.

Alguns dos últimos darwinistas chegaram a dizer que o Ser humano é uma sub-espécie de chimpanzé (putz!).

Esta foi boa!  Falando nisto lí uma vez que especialistas relativizam determinadas interpretações paleontológicas e zoológicas da evolução. Por exemplo, a similaridade muitas vezes é contrariada por outras similaridades de animais afastados do gênero do espécime em questão. um exemplo disto é o tropeço da evolução do cavalo, onde o espécime inicial diretamente similar ao rinoceronte, mas é tido como um parente bem afastado do cavalo.

Algumas inegáveis similaridades sugerem o parentesco próximo entre chimpanzés de Homens,

Entre eles:

  • Mãos;
  • Olhos (simetria);
  • Forma do crânio;

Três grandes semelhanças, três problemas:

  • Mãos,- As mãos se parecem, mas isto não compromete outras visões. No lamarckismo por exemplo, as mãos dos macacos são fruto da necessidade de se agarrar, ao passo que a dos homens é fruto da necessidade de operar minuciosamente instrumentos (como o martelo e o prego), Mas em outros aspectos parecemos mais com a foca (macacos geralmente não possuem habilidade natatória). Além do mais os pés de homens e macacos são muito diferentes.
  • Olhos- A simetria dos olhos (distância de um olho entre os dois e paralelismo) é semelhante Entre homens e macacos, mas a insignificância desta semelhança se dá pelo fato de que a coruja também têm. Além do mais babuínos não possuem esta simetria e são obviamente mais próximos dos macacos que possuem.
  • Forma do crânio- é semelhante, mas o caso se repete, mãos habilidosas permitem levar a comida até a boca o que não pede um focinho longo, logo um crânio esticado é desnecessário para o conforto do animal (repare que a traduzir a natureza é cheia de conformações por necessidade, conveniência e comodidade. O que o a evolução não explica). Mas os babuínos tem um focinho longo, ídem ao ítem anterior.

É, to começando a achar que nada em evolução faz sentido à luz da biologia…

Publicado por: arthgar | janeiro 11, 2010

Formiga Solar

A enganosa analogia freqüentemente usada por ateístas, representa um exemplo de sofisma!

“Dizer que Deus existe é como dizer que existem formigas no Sol!”

Eis porque Deus não deve ser comparado à formiga:

  • ‘A formiga’ é um gênero específico do planeta Terra, é praticamente impossível encontrar formigas fora de seu ambiente adequado, portanto não encontramos formigas no fundo do mar, na atmosfera ou habitando dentro de um vulcão. Não há razões para esperar que seja encontrada uma formiga na lua, em Marte, em Júpiter e muito menos no Sol. Isto porque além de conhecer as limitações das formigas (de condições necessárias para viver e se transportar), sabemos que é improvável uma biogênese. O que podemos apontar sobre Deus a este respeito?
  • Esta hipotética formiga foi concebida por simples imaginação. É burrice atribuir aspectos da suposta pessoa de Deus a mera invenção, até mesmo do ponto de vista materialista, a história da construção do caráter de Deus é complexa.
  • A analogia falha, pois é desigual. Se assumirmos o que conhecemos sobre as formigas em pé de igualdade com o que a teologia convenciona sobre as características e limitações de Deus, a comparação vai pelos ares.

Ficamos assim : Logicamente a existência de Deus não pode ser abertamente conclusiva para questões científicas. No entanto a comparação de Deus com algo desconhecido na natureza permanece. O erro da comparação acima é comparar Deus com algo desconhecido mas cuja capacidade é conhecida, tornando previsível a conclusão. Na verdade Deus não pode sequer ser comparado a algo desconhecido, devido a possibilidade de sua revelação ser verdadeira. A existência de Deus como algo verificável habita nas Escrituras ou outras supostas informações sobrenaturais. Depois de provar que todas os livros sagrados são inventados poderemos dizer que existe 50% de chance de existir e 50% de não existir. Mas até lá, os céticos devem guardar para seu clube essa opinião.

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