Publicado por: arthgar | janeiro 11, 2010

Perdão (parte II)

Existe um caso excepcional no exemplo da separação de um casal.

No caso particular da mulher que é informada que foi traída e, como fruto desta traição existe uma segunda família, existe a possibilidade de se perdoar sem aceitar o marido de volta no matrimônio! Isto se deve ao fato de que a mulher pode perdoar e optar pelo não envolvimento de uma segunda família. Isto não relativiza o conceito anteriormente demonstrado porque o que ocorre é uma mudança de causa na separação, se a causa da separação deixa de ser a traição por causa do perdão, pode permanecer um fator separador que é a outra família. O perdão anula a traição, mas não anula a outra família. As obrigações do marido para com a outra família permanecerão e a mulher não é obrigada a aceitar isto no seu matrimônio.

Publicado por: arthgar | dezembro 2, 2009

O perdão

O perdão parte I

Baseando-me em experiências reparei que possuo uma forma peculiar de entender o perdão. Tenho percebido que muitas pessoas compartilham da mesma opinião sobre o poder do perdão. Mesmo dentro de comunidades de fé cristã, é comum encontrar pessoas que não pensam sobre o exemplo de perdão presente na a Bíblia e na fé cristã.

O principal ponto deste assunto onde encontro minha particularidade (e estou interessado em descobrir se minha particularidade é de fato apoiada em um raciocínio válido) é o significado prático do perdão, ou seja, a responsabilidade do ato de perdoar na reconstrução de uma aliança.

Colocado desta forma, o assunto não representa conflito nenhum, mas se exemplificarmos uma aplicação prática do perdão começará a desavença.

Imaginemos um casal (marido e esposa) feliz que tem um filho. Suponhamos que o marido confessa à esposa que a traiu.

A esposa se ofende com o erro e se sente magoada. Prontamente o marido é expulso de casa, a aliança de casamento está rompida.

Muitas pessoas podem dizer, quanto à aplicação do perdão da esposa para com o marido:

  • ·Este erro, especificamente, é imperdoável;
  • ·Ela pode perdoar o (ex-) marido, mas não deve permitir que ele volte para o casamento. Devem ser apenas amigos.
  • ·Existe uma inconsistência nos dois casos, no primeiro a pressuposição é infundada. Quem disse que o perdão é incapaz de superar este erro? A pessoa ofendida não tem obrigação de perdoar, mas dizer que ela é obrigada a não perdoar este erro é errado.
  • ·A segunda opinião é incoerente. De que forma a esposa pode dizer que perdoou o marido se ela o impede de retomar a sua condição anterior ao erro?

O erro do marido lhe custou, justamente, a quebra do pacto. Que aliança é reconstruída se a esposa perdoa sem retomar o casamento, já que a amizade é a condição natural (não-conjugal) deles?

Um perdão assim não oferece nenhum resultado prático para o ex-marido a ser perdoado, isto não é perdão, é apenas a cura das feridas que apaga a mágoa, mas sem reconstrução de aliança não existe perdão. Ou melhor, se a dívida do marido foi paga com a quebra do matrimônio, para que serve o perdão desta dívida? Dívida esta que já foi paga com a quebra da aliança.

Se a esposa quiser de fato perdoar, então ela deverá refazer a aliança junto com o marido (o qual deverá fazer a parte do trabalho de reconstrução).

É necessário sacrifício (boas obras) para reconstruir.

No cristianismo temos: O salário da desobediência (traição). Representado pela quebra da aliança com Deus (A Queda, de Adão e Eva), mas sem Deus o Homem não alcança mérito do ‘Ser’. O Homem está condenado pelos seus erros. Deus instituiu um sistema para o Homem (lei) através do qual o Homem poderia provisoriamente pagar pelos seus erros, através deste sistema Deus efetuou um pagamento que seria paradoxal para o Homem (de morrer pelos seus pecados para viver com Deus), mas não para Deus que foi capaz de morrer e ressuscitar. Perdoando assim a dívida do Homem para com Deus.

O salário do pecado é a morte, mas nós não precisamos morrer, é só pegar um pouco do (infinito) mérito da cruz de Jesus.

No exemplo do marido, o marido traiu a esposa (automaticamente), quebrou a aliança do casamento. Caso a esposa deseje perdoá-lo (refazer a aliança), ela deverá curar-se da mágoa e procurar confiança no marido. Se o sacrifício do marido trouxer confiança para a esposa os dois retomam o casamento e seguem no aperfeiçoamento em Cristo. Caso ela não queira ou não consiga perdoá-lo, não deve refazer o matrimônio.

Vale lembrar que além da traição à esposa o marido pecou diante de Deus, portanto, também e é necessário que ele se arrependa e receba graça e perdão Dele.

Perdão parte II

Publicado por: arthgar | novembro 19, 2009

Olá, o Blog não tinha novos posts por uma boa razão, mas acho que já é hora de produzir.

Você já viu um bicho-pau, ou um dragão-marinho (primo do cavalo-marinho)?

Se já viu explique o surgimento destes animais.

Eles são frutos da evolução, certo?

Ah! isto explica porque o bicho-pau parece tanto uma extensão de árvore

Sim, é para se disfarçar. Mas, a pergunta é por que e não para que, esta é a pedra de tropeço de muitos leigos, explicam a evolução através do ‘para que’  (função) e não ‘por que’ (causa), o que é lamarckismo.

Ah, mas a causa da evolução todo mundo já sabe, mutação e seleção natural. Pois é, este é o problema.  Como é que mudanças sucessivas podem transformar uma artrópode comum em um que é naturalmente disfarçado de galho de árvore? Bom, na verdade pequenas mudanças podem transformar qualquer coisa em qualquer coisa (é por isto que o evolucionismo é uma máxima ideológica irrefutável mas mutável) . Mas dizer que as características fortuitas aproximaram cada vez (geração pós geração por milhões de anos) mais as populações de pré-bicho-pau de estarem bem disfarçados de galho de árvore, significa, dentro da história natural,  dizer que milhões casos tremendos, tremendíssimos de adaptação ocorreram/ocorrem/ocorrerão. Isto é uma baita crença sem suporte de evidência. A adaptação não é explicável, não nestas proporções. Condições do ambiente mudam, o problema é contar com uma mudança ou acréscimo fortuita dos caracteres.

Explicando o problema:    Se a unica condição (ou pelo menos menos mirabolante opção) para a sobrevivência da espécie é seu disfarce de galho de árvore, porque achar que as características suficientes para fazer isto surgirão quando é mais provável que, por mais sorte que tenha uma espécie, ela se extinguirá. Mas o que vemos na história natural é : Uma maioria absoluta de animais que se adaptaram das maneiras mas absurdas e improváveis e escassez de animais não aptos diante da pressão adaptativa, (a pressão adaptativa de 4 bilhões de anos não deixou registro de inaptidão), existem extinções registradas, mas os espécimes extintos são sempre exemplares de populações que foram bem sucedidas por muito tempo (catastrofismo?) e que por sua vez já eram fruto de populações em outras eras adaptadas.

Na verdade, na história natural recente existe alguns casos de aparente inaptidão ao ambiente (como a moa, ave sem asa extinta recentemente), mas o fato de não encontrarmos registros antigos disso  são um enigma.

Um enigma que existe para o evolucionismo mas não existe para o criacionismo.

Publicado por: arthgar | julho 7, 2009

Animais inexplicáveis

Embora o título seja ‘Animais inexplicáveis’ eles são, só não cabem na explicação naturalista. Porquê? Ora, se aplicar a visão naturalista ao surgimento desses animais terá de explicar como mutação-X-seleção natural, fizeram com que o bicho folha ficasse tão espetaculosamente fantasiado de folha, ou porque os animais ficam mutando tanto até parecer com algo que se possa disfarçar, e perpetuar a especie, e ficar do jeito que está!(mostrando porque o darwinismo também é Lamarckismo); E é claro o outro exemplo, Me digam aí, já que semelhança é tudo, em termos de  aproximação da derivação de espécies, como o jequitiranabóia se tranformou no jacaré, ou será o contrário?

Ah já sei, semelhança não importa tanto para isso(se é verdade, não levem tão a sério as evidências de certas transições). oK, ainda tenho uma charada; Se não há parentesco ente estas espécies(insetos-folha e folhas; jacaré e jequitiranabóia) Então porque são inteligentemente disfarçados?

olho falso

olho falso

A natureza está cheia de casos como estes, os olhos falsos em cobras, os desenhos na pele dos animais que revelam simetria, estética e até mesmo REPRESENTAÇÕES GRÁFICAS, que serão o tema de um Post futuro.

Repare no semicírculo dentro do círculo escuro que dá uma idéia de reflexo, digno de um olho real, não de uma simples mancha. É claro que isto tem uma função prática uma vez que o predador receia que seja um animal estranho, a tomar pelo olho.

representação gráfica de uma face de cobra

representação gráfica de uma face de cobra

Publicado por: arthgar | junho 23, 2009

Equívocos ateístas

Sobre este assunto, irei dividir em tópicos, primeiro sobre o que dizem os ateístas(em geral) dizem sobre o Teísmo, e em seguida, sobre o que dizem a respeito do que eles acreditam. Mas, por agora é interessante ressaltar que os variados artigos e argumentos ateísta se resumem nestas lógicas.

  1. A não racionalidade ou não-necessidade de Deus, torna Sua existência inssustentável-
  2. A imperfeição da natureza é prova da aleatoriedade desta e prova de um não produto de criação divina(teísta)-
  3. Os conhecidos argumentos em favor da existência de Deus já foram refutados-
  4. Uma incoerência bíblica significa que a bíblia é falsa, portanto Deus é falso-
  5. Erros de indivíduos religiosos ou instituições religiosas(Teístas), significam que Deus não trabalha através destes, portanto é negligente à sociedade(inexistente); Ou ainda, são erros divinos-
  6. Absurdos desumanos ao redor do mundo, significam negligência da parte de Deus-
  7. O fato de sofrermos é também negligência ou até sadismo, por parte Dele-
  8. Deus não efetua milagres, isso prova que se ele existe é incapaz, se é incapaz, não é Deus-
  9. Muitos histórias hospitalares de recuperação clínica são atribuídas a milagres Divinos, porém não há constatação de cura de amputados, portanto Deus é incapaz de curar amputados, o que torna sua existência incabível –
  10. Pressupostos Teístas indicamque Deus é amoral, portanto, inaceitável

(Matéria em construção, porém, sujeita a comentários), Fiquem à vontade para sugerir outras supostas refutações ateístas…

Publicado por: arthgar | junho 17, 2009

O fenômeno Richard Dawkins

Porquê Richard Dawkins tornou-se um ícone ateísta?  Como ele quer que pensemos?

Nos comentários e respostas de Dawkins pode-se ver que existe uma forte tentativa de formar critérios e de atropelar questões.

Quero dizer com formar critérios ao assumir, por exemplo, que todos são ateus(só que variam de 1 a 7), e atropelar questões ao argumentar contra o design inteligente e com isso concluir e Deus não existe; Para mim, Richard Dawkins ou é equivocado, ou ingênuo, ou é fanfarrão, mesmo. No fundo acho que ele mesmo sabe que o que fala não é exatamente o que pensa, mas o que quer que massas pensem, e de fato estou careca de ouvir pessoas reptindo seus discursos, em diversas áreas(mesmo sabendo que Dawkins é biólogo, lhe dão crédito para falar de história). Se fazem isso com ele, porque não fazem com outros pensadores? Eis o poder da sugestão.

Muit

o tenho ainda para contra-argumentar de suas idéias.

Publicado por: arthgar | junho 11, 2009

Resolvido o mistério do airbus330 ‘AirFrance'(piada)

“A aeronave da AIRFRANCE decolou do Aeroporto do Galeão às 19h30 (horário de Brasília). Às 22h33 (horário de Brasília) o vôo AFR 447 realizou o último contato via rádio com o Centro de Controle de Área Atlântico (CINDACTA III) na posição INTOL (565 quilômetros de Natal RN), informando que ingressaria no espaço aéreo de DAKAR – Senegal (posição TASIL – 1.228 quilômetros de Natal RN), às 23h20 (horário de Brasília). Às 22h48 (horário de Brasília), quando a aeronave saiu da cobertura radar do CINDACTA III, de Fernando de Noronha, as informações indicavam que a aeronave voava normalmente a 35.000 pés (11 quilômetros) de altitude e a uma velocidade de 453 KT (840 quilômetros por hora).”

Com as notícias aumenta cada vez mais o mistério em torno deste incidente. Porém, apesar de os porta-vozes da aeronáutica nada falarem sobre o assunto, nós perguntamos aos representantes do MIT e do Museu de História Natural de Londres a respostas para qualquer, …quer dizer, este mistério.

A resposta é … O motivo de o vôo 447 não terchegado ao seu destino se deve a coinscidência de rota com o trajeto de um meteoro que extinguiu todos os passageiros, mas abriu caminho para a subsistência dos peixes e microorganismos que puderam se desenvolver e gerar novos ecossistêmas. esperamos agora que comecem a gerar novas espécies.

fonte> http://leofraga.wordpress.com/2009/06/03/cai-airbus-a330-200-da-airfrance-voo-af-447/

Confira aqui uma simulação:

meteoro antige airbus

meteoro antige airbus: Imagem criada por Arthur Vergara

Publicado por: arthgar | junho 5, 2009

O mistério do histórico genético humano

Um fato muito interessante, porém pouco divulgado, é o estudo dos antecedentes genéticos. É de comum conhecimento que existe, mas restrito conhecimento de em que consiste. O que trago aqui neste post é específicamente o estudo dos antecedentes genéticos da humanidade.

Bom, através da análise genética pode-se observar os genes que precedem a amostra, o histórico dos precedentes(quanto à origem geográfica e parentesco étnico).

A aplicação desta ciência à humanidade revela que Todo o código genético de mitocôndria que temos no último ítem do seu histórico, é o mesmo gene;  Um outro estudo (que deu origem ao documentário da National Geografic ‘Em busca do Adão científico’) revela que todos os cromossomos ‘Y’ têm no último ítem do seu histórico um cromossomo’Y’ em comum.

Sabe o que isto quer dizer? Que o código genético de qualquer ser humano denuncia que só existe uma mulher e um homem que deram origem a toda a humanidade; Impressionante como essa informação fatídica e importante, não é de divulgada.

Para os evolucionistas, isto não quer dizer criacionismo bíblico ou Adão e Eva bíblicos. Para os evolucionistas isto não quer dizer nada que vá contra a teoria da evolução.

O que o wikipedia diz /que é o que os evolucionistas dizem:

“Assim como as mitocôndrias se relacionam por via materna, os cromossomos Y relacionam-se por via paterna. Portanto, é válido aplicar os mesmos princípios com estes. O ancestral comum mais próximo por via paterna tem sido nomeado Adão cromossomial-Y. Entretanto, é muito importante esclarecer que não viveu na mesma época que a Eva mitocondrial. Pelo contrário, a sua existência foi de pelo menos 50 mil anos cedo.”

Com esta informação parece que o criacionismo perde o sentido.Porém as idades que são atribuidas à Eva mitocondrial e ao Adão cromossomial são parecidas, entretanto incertas, pois é dito que a Eva  tem entre 100mil e 200mil anos e que o adão tem entre 100mil e 200mil anos, usando a informação evolucionista ficaria 150mil e 250mil anos(Ainda não parece uma impossibilidade). Mas o que ferrenhamente venho me questionando é o seguinte: Se todas as etapas das pesquisas são claramente divulgadas, porque razão essa falta de explicação ao dizer que simplesmente é sabido que Adão é de uma geração anterior à de Eva. Não foram divulgadas as razões que impossibilitam Adão e Eva de serem contemporãneos, simplesmente afirma-se: Adão é pelo menos 50mil anos mais velho que Eva, mesmo sabendo que a idade deles tem 50% de precisão(entre 100mil e 200mil), e ainda existe uma datação mais corente que revela uma idade menor(me parece que o link é este http://www.dnai.org/teacherguide/pdf/reference_romanovs.pdf)

Estou a procura de uma justificativa para a injustificada. Será que não têm justificativa para esta afirmação?

hmm…

Publicado por: arthgar | maio 31, 2009

Capacidades construtivas da mutação

Como foi esclarecido no post sobre as mudanças, o evolucionismo acredita que a mutação e a seleção natural explicam perfeitamente a biodiversidade. Contra esta informação existem vários argumentos, mas o que colocarei aqui hoje é muito bacana.

A engenharia genética  é capaz de provocar mutações nos indivíduos. Bom, talvez isto seja um argumento favorável a evolução, já que uma mudança no gene realmente acrescenta uma característica. Mas essa não é a questão, pois issto já é sabido, e mesmo assim, o engenheiro geneticista precisa de muito cálculo e precisão para realizar esta tarefa, não é acidente. Ok, mas o argumento que tenho é ainda mais provocante.

Os engenheiros geneticistas podem criar um rato verde, ou um que brilha no escuro, mas não podem tranformar um rato num esquilo.

Estima-se que no futuro sejam capazes de inserir mecanismos biológicos  com gene de u animal em outro animal(Um rato com barbatanas por exêmplo)fantástico, porém, para que este experiento seja válido para se relacionar com a teoria da evolução, as mudanças devem ocorrer no próprio indivíduo, sem intervenção do gene de outro.

Mas como podem fazer o rato ganhar um órgão novo que funcione? Isto implicaria em muito mas do que simplesmente fazer uma mutação, implicaria em fazer também uma cirurgia complexa e talvez até o uso de aparelhos artificiais para que com muita sorte venha o animal a adquirir um novo órgão funcionando.

Portanto já é fato conhecido que a seleção natural e a mutação são no mínimo insuficientes para explicar a biodiversidade.

Publicado por: arthgar | maio 26, 2009

Extra, extra! Encontrado o elo perdido!

O animal que faz a ligação entre macacos e homo sappiens já é conhecido por todos, e ainda é amigo da criançada!

 

Me parece que o espécime encontrado (citado no post anteriaor) ‘Ida’ é o responsável pela esclarecimento encontrado pelos seguidores de Darwin com relação à busca pelo ‘Elo perdido’ …

Nas vésperas dos 200 anos de ‘A origem das espécies’, os evolucionistas se sentiram obrigados à mostrar serviço e porque não, convencer de vez as pessoas de suas crenças. Vasculharam todos os fósseis fichados em busca de anunciar algum como descoberta, e encontraram um variante de zoboomafoo que cabia bem no papel de ‘elo perdido’, não por atender aos critérios para tal (até porque não existem) mas por ser convincente. Mas qualquer ser pensante ao analizar mais aprofundadamente esta descoberta(que foi descoberta em 1983) acha a idéia, no mínimo, insignificante, e os paleontólogos nada tem a dizer sobre este fóssil exceto pela preservação dos ossos.

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